julho 31, 2009

Afinal não era birra do PR

Como ouvi alguns inteligentes da nossa praça comentar.
 
O Tribunal Constitucional sempre deu hoje razão ao Presidente da República, ao considerar inconstitucionais algumas normas sobre o Estatuto dos Açores.
 
Claro que já hoje ouvi alguém do BE com autorização para falar à comunicação social a dizer que o PR devia ter mandado logo para o Tribunal Constitucional.
 

Pois, talvez até tenha razão, essa senhora conhece de certeza melhor os deputados do que nós e sabe que eles não são suficientemente isentos e competentes para decidirem sozinhos sobre Estatutos.

Portanto para quê fazê-los pensar? Dar trabalho, foi o que foi.
 

Este PR que nunca mais aprende.

A Magia do Saco Azul

julho 30, 2009

Vá lá, tudo a fazer uma “vaquinha”

"Fátima Felgueiras absolvida de todos os crimes no processo do futebol"

Pronto, afinal é vitima e foi injuriada, então penso que deverá exigir que alguém lhe pague a viagem ao Brasil e estadia quando fugiu (e devemos ser nós, claro). Ou não fugiu?

Cá para mim ela não fugiu, só esteve a dar tempo para as provas desaparecerem e para os juízes arranjarem justificações para a absolver.

Não tarda nada, temos câmaras de gás

Segundo Gabriel Olim, presidente do Instituto Português do Sangue os "Gays que não se assumam devem ser processados".

 

Que direito tem ele em me discriminar?

Se os gays têm que se assumir onde está o impresso para os "não gays" também se assumirem?

 

Porque com certeza este "sr. inteligente e a pensar no bem público, e nem pensar em dizer que quer colocar um crachá nos homossexuais tal como os judeus tiveram no tempo do Hitler" não está a discriminar ninguém, foi somente um erro linguístico.

 

A língua Portuguesa sempre foi muito traiçoeira.

Vivemos com a política do "espelho mágico"

O Primeiro-Ministro considera-se o melhor primeiro-ministro de sempre:
"espelho, espelho meu, quem é melhor do que eu?"

E ouve: "ninguém meu senhor"

A Líder do PSD/Açores considera que o PSD é o mecânico de serviço:
"espelho, espelho meu, quem resolve melhor do que eu?"

E ouve: "ninguém minha ama"

Mais ninguém se candidata a "melhor" de qualquer coisa? Atenção que os lugares de "incompetente", "corrupto", "desonesto", "vendido", …(*) já estão ocupados e são difíceis de destronar.

 

(*) e outros que por uma questão de educação não posso registar num espaço público.

julho 28, 2009

Sócrates explora mundo dos blogs

Ups, isto agora é sério.

Eu que gosto de dar a minha opinião sobre tudo, agora posso arriscar-me a ter o PM a ler o que escrevo?

O melhor é vestir uma roupinha mais formal, afinal sempre me arrisco a ser lida pelo PM.

Notas Falsas? Pensava que era difícil

Segundo o "i", "No Algarve, de uma caixa multibanco saiu uma nota falsa de 20 euros. No centro de Lisboa, um balcão entregou a um cliente uma nota de 100 euros falsificada".

 

Isto não me parece nada bom, já que não se consegue provar que foi o banco ou o multibanco que me deu a nota falsa quando chego a uma loja para pagar.

Aliás, deve mesmo ser difícil de acreditar.

Agora além de ter que levantar dinheiro no balcão ainda vai ser preciso que confiram nota a nota, para eu sair descansada.

A ”Joaninha” terá aprendido?

Pois é, a ex-deputada bloquista Joana Amaral Dias conseguiu atiçar um fogo desnecessário.

Para mim, e isto é a minha opinião, ela até foi convidada sim, talvez não pelo PM, mas já é grandinha para saber que algumas alegrias são para ser saboreadas em silêncio.

 

Agora vai ter que aparecer e dizer que não foi convidada, nem pensou, nem desejou tal coisa, "cruzes credo".

Vai perder o tacho e ficará conhecida na praça como a "vendida".

 

Não é que não existam mais "vendidos", mas fizeram as coisas como deve ser e até foram mais radicais na mudança de ideais.

Sem melhorias as vitimas do HSM

Agora prevê-se que talvez dois, dos 6 doentes voltem a ver.

Entretanto aparecem noticias a falar de telefonemas anónimos avisando sobre o produto tóxico que foi injectado nos doentes.
 
Para tentar arranjar a justificação certa para o que aconteceu já temos os médicos a tentar extrair a substância que foi injectada nos pacientes, e que está ainda a ser analisada pelo Infarmed, um laboratório privado e agora também pelo Instituto de Medicina Legal, que passou a colaborar no caso.
 
Muito bem, o que é certo é que 6 doentes que deviam ter sido tratados num hospital acabam com doenças muito mais graves do que aquelas com que lá entraram.
 

Que susto entrar num hospital, ou passar pelas mãos de um médico para um tratamento, é sempre uma lotaria:

- Será que este sabe o que faz?

- Será que aqui se sabe o que se faz?