março 04, 2014

nem sei o que escolher

andava a passear pelas notícias e nem sei o que escolher, se a Rússia e a sua anormalidade "normal", se o mar que come a nossa costa, se o desespero que se instala na Ucrânia, se a violência no Congo, se a fome na Mauritânia, ... ou se simplesmente vou gozar o dia de Carnaval.

Ah não posso, já não temos Carnaval, então vou entreter-me com as anormalidades da nossa classe politica que hoje vão de certeza dar largas à sua imaginação, até porque já chegou o "Verduras", por isso temos que estar preparados para tudo.

fevereiro 19, 2014

mais uns santinhos para o altar

Submarinos perdoados.

Portanto o "alemão" que foi julgado corrompeu-se só a si. Interessante, é um conceito que desconhecia.
Afinal quando alguém corrompe alguém, o corrompido pode ser ele próprio.

E eu que sempre tive a opinião que o culpado não é quem tenta subornar, mas sim quem é subornado, agora tenho que mudar a minha ideia, porque podem ser a mesma pessoa, e em Portugal serão sempre a mesma pessoa enquanto a justiça andar a fazer favores a alguém, não há minima hipótese de conhecer culpados seja do que for (excepto se for o "zé povinho" sem dinheiro para advogados mediáticos).

Gosto deste país de inocentes, qualquer dia alguém faz a história da Alice nos País das Maravilhas em que esse país é mesmo Portugal, é só fantasia e "boas pessoas" .


fevereiro 12, 2014

e onde é que eles estão agora?

então não é que o carissimo PR Cavaco Silva se lembrou agora de defender o relançamento da indústria e apostar na investigação?

Então mas agora é que vão relançar a indústria quando ela já não existe em Portugal? Vão começar agora a construir fábricas? E muitas? Acho bem, mas ainda há engenheiros em Portugal?
E ainda quer apostar na investigação? Muito bem, e os investigadores? Vamos utilizar os estrangeiros que vão receber incentivos para virem para Portugal, certo?

É que para o caso de ele não saber, os nossos foram mal tratados e foram embora do País!!!!!!

Ó carissimo PR saia lá da sua salinha aquecida e venha à rua ver o que se passa antes de criar sonhos na sua cabecinha de PR. 

obrigada Paulo Portas

é verdade, tenho bastante a agradecer a Paulo Portas e quero deixá-lo público.

Pelo que li e ouvi esta semana, o Gasparzinho saiu do governo porque o Paulo Portas mostrou que queria outro rumo, porque obrigou a que a TSU voltasse para trás e que fosse preciso adiar a 7ªavaliação da troika.

Obrigada PP por teres motivado o Gasparzinho a ir à vida dele, porque ainda hoje, apesar de não ter atingido um único objectivo ele considera que estava a fazer a coisa certa.

fevereiro 03, 2014

Bruxelas: Portugal não tem uma estratégia contra a corrupção

Onde é que nos podemos inscrever para dar estas conclusões fantásticas e ganhar o mesmo que estes senhores? 
Quem é que não conhecia já este facto?

Só agora é que Bruxelas deu conta que Portugal não tem uma estratégia contra a corrupção?

Com isto só posso concluir que Portugal é mesmo bom, pois simula uma honestidade inviolável por cima de uma corrupção instalada, consentida e disfarçada, só isso justifica que pessoas inteligentes como aquelas que “habitam Bruxelas” só agora tenham dado conta ou comentado este facto.


E gostei do detalhe da “estratégia”, eu já nem pedia uma estratégia pedia somente o combate dia-a-dia.

janeiro 27, 2014

ups, ai as comadres

Segundo o Jornal de Noticias, Marques Mendes foi ameaçado de morte.

Ups, isto quer dizer o quê? Alguém lhe disse ... "vou pisar-te" ?

Ah não, afinal foi o sócio dele que lhe chamou meio kilo, sendo assim ele deve ter ficado assustado não fosse alguém usá-lo para amassar e fazer um pãozinho.

janeiro 24, 2014

Para as "crianças" da informática actual

não foi em 1975 que trabalhei com ele e com o sistema de reservas, mas sim em 1984, mas aqui está o PC com que trabalhava no meu primeiro emprego, felizmente foram só 5 meses depois deram um mais evoluído que já tinha letras verdes, o da foto tinha letras cor-de-laranja.

Muito bom.


janeiro 15, 2014

Mais uma daquelas “descobertas”

Segundo o “i”: “Os portugueses com mais habilitações e mais dinheiro são também os menos solidários, revela um estudo sobre literacia social,…”

Mas que estranheza é esta? Só estranha quem se passeia por esse mundo! 
Sempre ouvi, sempre tive conhecimento de que são os mais pobres que ajudam quem pede na rua, quem deixa o pacote de arroz nas campanhas solidárias, quem contribui para o banco alimentar com o pacote de massa e a lata de conserva, quem dá a camisola a quem tem mais frio, quem no Natal seleciona logo um brinquedo do filho que está a mais para entregar a quem não tem, quem se preocupa se o vizinho ainda não fez barulho hoje, ou se não tem tempo para fazer o jantar e leva-lhe a sopa para o jantar...

Que estranheza é esta? É uma vergonha, não uma preocupação. 
Preocupação de quem? De quem não recebe o apoio e a ajuda? 
Esses não estão à espera de nada, e os que não dão nunca pensaram em dar, por isso não há nenhuma preocupação.


Há sim, muita vergonha de quem percebe isso, de quem não consegue fazer mais, de quem engole respostas tortas por ver uma cara enjoada quando alguém olhou para um “mal vestido” que estraga o visual do espaço ou que não é “doutor ou engenheiro”. Isso sim, muita VERGONHA.

janeiro 02, 2014

Contribuintes pagam três vezes mais impostos do que empresas (segundo Lusa)

Isto devia querer dizer que as empresas conseguiram criar empregos, conseguiram dinamizar a economia, investiram na inovação, … resumindo, aproveitaram o dinheiro que os seus empregados não ganharam e lhes pagaram.

Até agora a preocupação do governo foi proteger as empresas para que elas criem postos de trabalho… afinal o que fizeram as empresas até agora para cumprir esse objectivo? Nada.
E o que ganharam com isso? Tudo.

E quem continua a ser beneficiado pelo governo? Os que pagam menos, os que têm mais.


O que fizeram os empregados e desempregados para se manterem a boiar neste País? Pagaram. 
Pagaram para que uns felizardos “passeassem de barco” e olhassem para o horizonte com um grande sorriso na cara de quem não quer saber que alguém está a tentar boiar debaixo do “barco onde se passeia”.