maio 05, 2010

Inês de Medeiros já não quer viagens pagas

E depois explica porquê.

Tudo muito certo, o que é importante é que realmente não seja gasto esse dinheiro, porque também a mim ninguém me paga a deslocação de casa ao trabalho e porquê?

Porque já era esperado que não iria trabalhar na minha terra mesmo lá tendo a família de quem tenho sempre muitas saudades e que faço questão de ver todos os dias.

Mas realmente essa foi a minha opção, tal como a dela foi viver em Paris e trabalhar em Lisboa.

Opções de vida.

Repórteres Sem Fronteiras dizem que Portugal desceu

14 posições no ranking de liberdade de imprensa.

 

Desculpem, mas isto é uma completa falta de objectividade gritante.

Em que se basearam para dizer isto?

 

Um país onde se diz o que se quer, sobre quem se quer, quando se quer e muitas vezes de uma forma mal-educada, falsa mas sem consequências, como se pode dizer que não há liberdade de imprensa?

 

Realmente, não há nada como criar os resultados que se querem para parecer que se estudou ou analisou alguma coisa.

Aliás a saída desta notícia na nossa impressa é a prova de que Liberdade de Imprensa existe e muita, talvez até demais enquanto não existirem critérios mínimos de qualidade e fiabilidade das notícias.

abril 29, 2010

Dentes partidos? Boa.

Vital Moreira disse acreditar que Portugal será capaz de vencer a «guerra» contra os especuladores e que «os especuladores nem sempre ganham e por vezes 'partem os dentes' e espero que desta vez os partam»

 

Este desejo de "partam os dentes" não podia expressar melhor o que sinto por algumas criaturas que se movem ao cimo da terra

abril 28, 2010

Acordo

No final do encontro entre Sócrates e Passos Coelho, o primeiro-ministro anunciou que "o PSD e o Governo decidiram trabalhar em conjunto"
 
Talvez seja verdade, pode ser que a adversidade os tenha colocado a trabalhar juntos.
É pena não o terem feito antes de estarmos a descer a escada, talvez se tivesse evitado esta visão do "tapete lá em baixo"
 
Mas pronto, é uma esperança, nunca se sabe; talvez tenhamos voltado a ter um PSD responsável e quem sabe, talvez daqui a uns dias, a restante oposição siga o mesmo caminho.
 
São muitos "talvez", mas a esperança tem que ser a última coisa a morrer e a visão do "tapete" não é nada agradável, vamos lá olhar para o céu.

abril 26, 2010

Porque é que o norte não paga

e eu pago por andar de auto-estrada?
 
e já agora, não se diz que o Cavaco foi o rei do betão e não fez nada de jeito?
então todos podemos andar por estradas alternativas onde não se paga nada.
 
que tal? ou afinal o betão e as restantes infra-estruturas eram precisas a Portugal?
 
e agora que já estamos habituadas a elas ninguém as quer pagar?
 
eu não quero pagar auto-estradas, SCUTs e afins, mas se eu pago é favor pagarem todos.
 
e também não adianta as empresas de camionagem fazerem barulho, porque sabemos muito bem que quem vai pagar as portagens somos nós e não eles.

abril 23, 2010

Não entendo, confesso que não entendo

Então agora vão ser tributadas as mais-valias, certo?

Até aqui tudo bem, e entendido e aceite.

Agora porque é que os grandes grupos económicos ficam isentos é que não percebo.

 

Já agora que tal escolherem a dedo as empresas, os particulares que ganham mais e isentá-los de qualquer imposto?

 

Isso era importante, afinal os que ganham pouco são muitos mais do que os que ganham muito, por isso talvez até venham a receber mais impostos.

E enquanto esse número de "pobres e remediados" conseguir ter pão para comer é porque tem dinheiro para pagar impostos.

 

E anda o Durão Barroso a querer lançar taxas para a Banca lá nas "Europas"!

Ele já não se lembra do país que aqui está.

abril 22, 2010

Vá, tudo a chorar com pena da GALP

A GALP perde 15,5 milhões com "atraso" de aumento de preços.

Agora o que eu acho é que se estão a esquecer do que ganharam a mais no ATRASO quando foi para baixar os preços.

Ou já não se lembram?

É que eu lembro-me muito bem.

A primeira oportunidade do PSD

A primeira oportunidade do novo PSD, espero eu, em mostrar que não fala só por falar, que não ataca só por atacar é agora.

Passos Coelho diz que se conseguem poupar 3,5 milhões de euros na saúde.

 

Fantástico, é isso que queremos, mas explique lá bem como o vai fazer?

O PSD já deve ter percebido que só mandar números e palpites para o ar não funcionam, espero que tenham percebido isso com a MFL.

 

Vá lá Passos, em frente, coragem, prova-me que é em ti que vou votar.

abril 16, 2010

Pois é

Há muito tempo que não vinha aqui, mas tenho um nó de raiva na garganta, por isso é melhor falar já.
 
Então agora temos um EX-FMI a querer dar opinião sobre Portugal?
Estes economistas não perceberam já que quando deviam ter falado estiveram calados (e isso foi antes da crise aparecer)
e pelo contrário, até levavam dinheiro para fazerem grandes conferências a dar a sua opinião de como estava, como estaria e como devia estar????
Por acaso todos falsas.
 
Em nenhuma dessas opiniões vieram falar do Madoff, ou de outros casos iguais, aliás nem sabiam quem era, possivelmente.
E para maior piada ainda até Madoff estranhou que ninguém tivesse percebido o que ele estava a fazer.
E porquê?
Porque ninguém estava interessado, porque todos estes economistas fabulosos estavam a ganhar dinheiro com as suas conferências e opiniões.
 
Então se não se importam vão para casa tratar do cão e do canário, porque sobre economia sabem ZERO.
 
E acima de tudo parem de cair em cima de Portugal, não estamos interessados em vos ouvir, obrigada.
 

abril 05, 2010

Jornal Público passa a desempenhar o papel de "historiador"

O jornal "Público" publicou a noticia "Câmara da Guarda afastou José Sócrates da direcção de obras nos anos 90 e repreendeu-o por desleixo profissional"

De anos 90, leia-se entre "1987 e 1991" ou seja, mais anos 80 do que 90 e já agora pelas minhas contas há mais de 18 anos.

O PM não fez nada de mal desde ai, que justifique o Público ir ao baú?

Muito bem, então conclui-se que desde 1991 o PM só tem feito coisas bem feitas.

Obrigada Público por esclareceres, ficamos a saber que temos um PM como nenhum outro país.