janeiro 19, 2010

ainda o prós&contra

ficam contentes porque se conseguem sentar todos juntos à mesa!!!!
ena, não interessa se são eficientes ou não, mas já se sentam à mesa
a seguir já conseguem comer umas torradinhas

portugal preparado para sismos?

isso é lindo
então num dia de chuva intensa e vento, a EDP não conseguiu garantir electricidade às pessoas todas
aliás nem no dia nem nos 5 dias seguintes.
que vão responder acredito, mas talvez passado 2 meses
é que os 5 dias não foram uma situação de caos, foi um simples temporal
 
porque não assumem de vez que simuladores servem para "desconfiar" mas que para isso ser útil é preciso que as restantes entidades sejam eficientes
acontece que não são, como é o caso da EDP que sem sismo não conseguiu garantir uma coisa tão básica como luz, certo?
 
como alguém diz no "prós&contras" isto é só teoria
 

janeiro 15, 2010

O que vos apetece dizer

Quando passa por vocês um carro com a música em altos berros?

Esqueçam se gostam ou não da música, pensem só no som que sai de dentro do carro.

 

Eu tenho sempre a mesma frase na boca pronta a sair (já saiu algumas vezes):

 

"Uma fartura para mim com muito açúcar e canela, sff"

 

Sinceramente, não há paciência!

Ou melhor… "coitados, não entendem a figura ridícula que os persegue!"

 

Tenho dias em que penso que sou muito liberal, tem outros em que me apetece calar tudo e todos.

janeiro 14, 2010

Até parece difícil saber o que é corrupção

Então não é que vão ser reunidos 50 peritos e especialistas para mudar leis da corrupção?
 
Vão ser dois meses de alegres conversas.
Pelos vistos andava tudo a brincar à corrupção" porque não se sabia o que era e as leis não estavam preparadas para isso.

 

As crianças também têm o mesmo problema, partem a cabeça aos colegas a brincar ao "mata" porque não existe a lei certa que diz que eles não podem brincar ao "mata" com pedras, nem com bolas de chumbo (é preciso especificar bem).

janeiro 13, 2010

“Aluno que disparou sobre colega volta hoje às aulas”

Muito bem, tinha 17 anos e estava a brincar com uma arma, tal como o colega que foi atingido.

Não é fácil entender, mas entendo.

Agora o que eu queria saber era qual a pena para o pai que tem armas em casa disponíveis para o filho, ou para qualquer outro que lhe visite a casa, como por exemplo assaltantes.

Claro que estão a chamar-me de burra


mas eu ainda não me consegui livrar dos bancos.
Mas hei-de conseguir.

Haiti levou um abanão

E no meio de tanta confusão apareceram logo países, correntes, instituições dispostas a ajudar, tal como´em tantas outras situações de calamidade que acontecem no mundo, mas hoje dei conta de uma coisa, não me lembro de alguma vez um país tipo Irão, Iraque e afins se disponibilizar a ajudar com seja o que for.`
 
Tem sido mesmo assim ou sou eu que estou desatenta?

janeiro 10, 2010

Tinha-me esquecido: Bom Ano para todos

Parece-me que para começar o ano não está mal, pelo menos temos mais um caso para nos entreter, o tal do Ministério da Justiça e da CGD.


Já estávamos fartos da “casa Pia” porque devem todos a sair como inocentes;

do Freeport a mesma coisa porque afinal nunca aconteceu nada, e agora até vamos ter a “preciosa” ajuda da MMGuedes que só quer falar a “verdade” e nunca vingar-se;

temos o problema do Armando Vara que afinal sempre recebeu 25mil euros, mas bolas o que é isso comparado com as suas despesas mensais?

É sempre bom ter um Janeiro novinho e limpinho para o começar a sujar bem cedo.

Afinal sempre se consegue fugir á crise

É verdade, não acreditam?


Então se o Ministério da Justiça consegue ter 850 milhões de euros depositados na CGD, sem saber que os tem, não me digam que isto não é fugir á crise.

Não interessa nada se as contas onde estão depositados são ilegais; esta também é boa, a CGD tem contas ilegais. Deviam explicar-me como é que isto se faz, é capaz de ser útil.

Também não interessa que o dinheiro tenha sido levantado dessas contas através de cheques falsificados que naturalmente passaram pelo controlo “apertadíssimo” da CGD.

Só coisas giras acontecem neste cantinho à beira mar plantado e que por sinal envolvem sempre gente importante e instituições importantes.